Desconstruindo o desconstrutivismo de Latuff

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A politicagem rendeu à Latuff desistir das próprias idéias, e mesmo sendo o “violentador da arte sem papas na língua pra criticar os judeus”, para agradar a fanbase mente pelo que sabe que é certo.
Impossível não rir de quem critica a arte corporativa, a arte que se corrompe pelo capital financeiro enquanto o próprio se corrompeu pela arte militante. A desculpa para que sua corrupção seja de alguma forma mais nobre é “uma conversa” que teve com feministas, na qual exigiram a proteção das alas terroristas do feminismo. Ou seja, simplesmente não houve motivo nenhum além do velho acobertamento esquerdista aos crimes de seus parceiros para que juntos condenem com ares moralistas os crimes dos seus “inimigos”.

No fim das contas a corrupção não foi por dinheiro, mas por aquelas que lhe permitem ganhar dinheiro com palestras -já que implorou pra que elas convidassem-no pra debater fora das redes sociais durante a sua breve lucidez sobre o único ponto em que muitos discordam que é a imposição física das idéias pela força do mêdo.

Justamente na hora em que viu a justiça clamar por sua assistência, ele resolveu se acorvadar pro mais forte: justamente a natureza da degradação corruptiva que eles dizem que o machismo provoca, que impossibilita o sufrágio feminino; essência real do que ele critica agora conclui que seu trabalho nada mais vale se não for a ajuda incondicional -passando por cima de argumento e razões, das certezas que manifestam a êle próprio- à quem lhe paga o pão.

A hipocrisia do Latuff se supera: das hipocrisias alhures que condenava a ação da polícia contra seus militantes e contrastando suas idolatrações de qualquer comunista ditador, para a hipocrisia sua e real com seu trabalho.
O exemplo parcial -vendido à interesses sejam eles mais impuros ao que o próprio crê- hoje ganha um espetáculo da contradição auto-refutatória.

Espero que o casamento entre mentira e política tenha um dia fim no Brasil. Certamente não virá das alas que transparecem corrupção moral e mental nas suas próprias discussões internas; pois se o extremismo só pode ser combatido de portas pra fora, com certeza o divórcio só poderá ser constituído no paraíso.

O multi-nacionalismo imperialista burguês anglo-europeu-oriental, a propaganda do aquecimento global e o fim da era social-democrática

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O emplacamento unificado na América Latina investe na abundância dos recursos de petŕoleo e gás, que geralmente são vendidos como matéria bruta para a indústria européia, para promover a ascensão econômica (e por consequência cultural) da América do Sul no contexto global. Mas tão dependete do petróleo e gás, que inegávelmente há, e a tecnologia que as multi-nacionais não cedem espaço no mercado corporativo (se tornando por intermédio dos incentivos do Executivo, corporativista) também há; a aposta é vantajosa pelos “juros” à Europa, e justa para América do Sul se estas forem nacionalizadas e obtivéssemos 100% do material produzido.

A disputa no mercado global por empresas sudacas é ilusório, pelo advento do carro movido por: eletricidade. A criação do mercado sul-americano próprio, aparelhado pelas multi-nacionais, é vulnerável pela inevitável tentativa dos mercados europeus (impossíveis de concorrer com os preços dos carros produzidos, seja por mão de obra barata ou custo menor pelos recursos naturais próprios) de introduzirem carros elétricos com a velha desculpa do aquecimento global. O regime social-democrata, que promove sindicatos e minorias, então possui um ultimato.

Se toda esta produção movida a combustível vencer na América Latina, teremos uma concorrência (pela história nos conta que sempre desleal E bélica) do carro elétrico com agentes militantes internos agindo como pelegos da indústria estrangeira -que não irá morrer se perder o monopólio dos carros, mas com certeza tentará garantí-lo por vias das manifestações “democráticas”.

O teste desta década será o recontrole da máquina pelo homem. De garantir válvulas humanas, de carne e osso, se inovando e criando novos ambientes; para deixar a comunicação via tecnologia em um nível menor do que, começou com a invenção do rádio e terminará com a internet. O estado nacional não nega que a tentativa de exportar carro multi-nacional pra América do Sul, esperando que eles criem uma “classe C sudaca”, mas terá de dar uma resposta a briga que está comprando. Entretanto o que parece é que ele entra na briga com suas velhas fraquezas, sem nenhuma inovação. E isto é o suicídio ingênuo, satisfação do idiota tapeado ou acordo de venda entre reis.

A Inglaterra já deu sua resposta aos blocos econômicos: não. A nossa resposta vem como todas as discussões reais do Brasil: embalada em um pacote para 60 anos depois do fato acontecido.

Iztouria ndo

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Curta história do mundo.
http://www.gutenberg.org/files/35461/35461-h/35461-h.htm

História do declínio e queda do império romano
http://www.gutenberg.org/files/25717/25717-h/25717-h.htm

História de como a Igreja Católica construiu a civilização.
http://sapientiaetveritasdotcom.files.wordpress.com/2012/05/como-a-igreja-catc3b3lica-construiu-a-civilizac3a7c3a3o-ocidental.pdf

História da Arte.
http://www.greatrarebooks.com/Catalgoue_Yearwise/Eng_Books_Old/Books/eng-old-books/art-n-recreation/arts/History%20of%20art%20..%20%28Volume%201%29%20-%20Faure,%20Elie,%201873-1937.pdf

História sobre o período militar no Brasil
http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

Hiistória da literatura ocidental
https://www.4shared.com/office/qqj_nhdF/CARPEAUX_Otto_Maria_-_Histria_.htm&showComments=true

História de Roma
https://ia600608.us.archive.org/8/items/HistoriaDeRoma-TheodorMommsen/HistoriaDeRoma-TheodorMommsen.zip

História Brasil/Portugal
http://www.gutenberg.org/wiki/PT_Hist%C3%B3ria_%28Prateleira%29

História das cruzadas
pastebin.com/aP4Y9E53

1) Leopold von Ranke. A história dos Papas.

2) Hippolyte Taine. Origens da França Contemporânea.

3) Frederic Maitland. Domesday Book And Beyond: Three Essays in the Early History of England.

4) Edward Meyer. História da Antiguidade.

5) Jacob Burckhardt. A civilização da renascença na Itália.

6) Theodore Mommsen. História de Roma.

7) George Grote. História da Grécia.

8) Ernst Kantorowicz. Os dois corpos do rei.

9) Johan Huizinga. Outono da Idade Média.

10) Modris Eksteins. Ritos da Primavera.

O Marxismo Ocidental

Quer dizer? Não diga

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A última pergunta de José Serra nas eleições presidenciais foi sobre tarifa do ônibus. Pois é, os debates são suma importância nacional. Ninguém previu que 30 centavos sobre a tarifa do ônibus iriam transformar o Brasil durante meses, sendo assunto internacional, anos depois. Pelo contrário, criticaram duramente o candidato; diziam que era incompetente por fazer uma pergunta dessas como desfecho, e até ligaram o fato dele ter se declarado como ‘verdadeiro sucessor de Lula’ nas eleições de 2010 contra Dilma, uma candidata desconhecida e até “ficha-suja” por assaltar banco na baixada santista, para vincular uma má imagem ao ex-presidente da União Nacional de Estudantes, que classificou, no dia da revolução de 1964, como um golpe de “tudo que há de mais reacionário” que “utilizava seus privilégios da religião”, mas que tinham alguns religiosos bons, todos os defendidos por Serra eram coincidentemente padres comunistas. Mas fazer o quê?
Ele se regenerou, tocados pelo teor da Petrobrás e da posição contra o aborto não restavam dúvidas: Serra virou direitista.
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Que tem ele de direitista ninguém sabe; que tentar passar o PSDB como direita pra manter o PT como esquerda nacional foi muito grosseiro para com a inteligência nacional todo mundo sabe. Mas o tempo passou e o PSDB aprendeu que o candidato moderado, que sempre aparece falando em tom administrativo, sem exageros, café-com-leite, é que é o cacique.
O Brasil aprendeu que a importância que o importante dá sempre importuna, não importando o cazzo.
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O PT não aprendeu porque é aluno da rede pública.
Inclusive foi classificado pela esquerda como direitista. É. o PT nos traiu.
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Nos velejos que levaram os bilhões do BNDES para os bancos africanos, para as estradas da Bolívia, para o porto de Cuba, para a eleição do Hugo Cháves e pro papel higiênico do Maduro, pros 6 bilhões do Eike Batista, aos poços de petróleo privatizados (quer dizer, é bem diferente de privatização) que por não ser do pré-sal ficaram bem salgados, Imagempelos tantos passeios presidenciais que eram pra garantir o Nobel do Lula e acabou indo pro Obama que entrou em guerra com a Líbia, pelo trem-bala norte-sul que saiu de espoleta, pela obra do Rio São Francisco que na reunião episcopal decidiram que milagre vaticano do São Chico -o Bento- da alemanha ou São Francisco -o Chico- da argentina é só pro São Lorenzo, pra ferida corrupta que conseguiu ficar semi-aberta mesmo infeccionada, pra cadeira na ONU que colocaram os soldados brasileiros no Haiti e ninguém mais lembra deles, pra Polícia Federal e a Civil que estão doidos pra se unirem com a Força Nacional e acabar com a última boa polícia desse país que é a militar, pros intelectuais da ditadura que parecem que eram só propagandistas e esgotou, quer dizer, o sistema capitalista não está dando muitos milhões suficientes pelas leis federais -surgiu até uma tal de ‘liberdade de expressão’ com as biografias. parece que eles não estavam muito felizes em perder dinheiro. acho que esta não foi contradição, quer dizer, quem defende liberdade acima de tudo no regime não precisa exigir liberdade quando falamos em dinheiro pessoal-, pras comissões convocatórias de velhinhos militares para colocá-los em posição de bode expiatório midiático para salientar o que representa a luta do Partido dos Trabalhadores, pras associações esquerdistas que tentam se passar como nacionalistas pra ganhar mais verba do ministério da cultura e concertar patrocinado pelos impostos (como disse o Ney Matogrosso na entrevista em Portugal recentemente, o problema de gastos está apenas nos milhões da corrupção e no mal atendimento, reclamar dos bilhões da lei Rouanet e das indenizações da bolsa-ditadura é ser saudosista do regime), pras passeatas populares que fugiram do controle (e como todo mundo sabe, o que não tem investimento público é alienação burguesa sem conserto), pros BlackBlocks e pra inúmeros outras facções que conseguiram inserir na mídia o domínio do senso comum sem um único motivo para controlar além da domação, pras invasões bárbaras de tudo o que é permanente e apresenta risco de automação, pra boçalidade dos que figuram o que acontece culpando quem está mais perto pra não ter de olhar mais longe -mantendo assim afastada a iniciativa de ter de tomar a posição corajosa de impor a verdade, e, obviamente ter de admitir que fizeram muito mal em combater o governo militar-, pra tampar aquela jornalista que foi censurada até após as eleições (porque os tais que defendem a democracia resolveram não virar o país de cabeça-pra-baixo pela censura que o governo impôs pra ela -quer dizer, somente existe censura quando são aqueles ‘loucos dos militares que não gostam de ver ninguém feliz e odeiam a liberdade’. não quando se repete a história, da censura de JK para Carlos Lacerda-Imagem sem se esquecer de quando aparecer alguém falando sobre a censura programada para taxá-lo como louco conspiracionista e negar sua existência enquanto rogam louvores à mediocridade demagógica democrata NeyMatista, pra quando a censura de fato vir a ordem para toda a categoria jornalística seja que ninguém defenda o justo porque será a prova que estarão defendendo o que outrora patetizavam como conspiração, pra humilhar tudo aquilo que não é esquerdista e pro ódio contra tudo aquilo que for conservador em qualquer setor existente, pro jogo de querer colocar a roupa conservadora em qualquer um antes que apareça alguém de fato e a tome, pros “conservadores” de hoje que são liberais socializadores, pras propagandas do ex-presidente que ninguém mais liga como “a mídia precisa ser regulada porque não aguento mais chegar em casa e ver que só passam violência no programa policial” e “devemos fazer com que apenas o governo banque todas as despesas dos partidos políticos”, pro casal de presidentes que apenas os dois gastaram em amor juntinho 16 bilhões em doze anos de Propaganda federal, pras organizações terroristas que desorganizam a sociedade sem que ninguém queira acabar com elas se não exigirem pelos seus palanques que o ladrão se renda enquanto cobra dos policiais militares menos violência e mais ação contra os bandidos armados sem se dar conta de qualquer contradição, pro lugar onde o entretenimento é réplica do vazio estrangeiro e se tornou parte da consciência coletiva, pro popular que virou demagógico, pra aquele comercial que nega a realidade para saudar um passado que não é citada a data de causa; mas não pros galhos no chão que restaram. Estes merecem ser pisados e jogados na fogueira.

Realmente não podemos voltar atrás de todas as conquistas do governo militar, quer dizer, do governo Itamar Franco, quer dizer, do PT.
Mas podemos preparar terreno pra voltarmos com o debate entre como o PT e o PSDB se completam: que, um rouba o mérito do outro, mas os dois “são necessários” para o país apenas transando os governos.
Assim podemos então apostar na nova e única oposição esquerdista de Marina/Eduardo. Até porque dois cabeças do partido dos trabalhadores são realmente um novo setor pensante e totalmente diferente do PT. Até porque foi demonstrado no seu estatuto de fundação do partido, a estatização dos meios de produção e a oposição contra tudo aquilo que estiver nascendo com ideal contrário ao regime petista.
Estes aqui podemos confiar pra serem os novos, ou podemos ficar com o PSDB mesmo. Quer dizer, os movimentos já estão instalados e a até alguns novos foram criados ano passado. Atrasar em quinze anos o que era pra ser trinta é ainda vantajoso.
Que mal faz um caos sindical aqui, outro ali? Quer dizer, como Antonio Candido diz, a esquerda estava presente até quando acabaram com a escravidão; a criação dos sindicatos assim também é obra da esquerda, e suas ações somente podem ser julgadas pela própria esquerda. Quanto a você, fique indignado, é pra isso que serve a democracia. Mas não tome nenhuma ação, porque isso não é democrático. Quer dizer, os únicos que podem exercer o direito democrático são os que lutam contra a burguesia; porque se perderem a luta, a família será premiada com bolsa-algumacoisa. Quer dizer? Não diga.