O multi-nacionalismo imperialista burguês anglo-europeu-oriental, a propaganda do aquecimento global e o fim da era social-democrática

Featured image

O emplacamento unificado na América Latina investe na abundância dos recursos de petŕoleo e gás, que geralmente são vendidos como matéria bruta para a indústria européia, para promover a ascensão econômica (e por consequência cultural) da América do Sul no contexto global. Mas tão dependete do petróleo e gás, que inegávelmente há, e a tecnologia que as multi-nacionais não cedem espaço no mercado corporativo (se tornando por intermédio dos incentivos do Executivo, corporativista) também há; a aposta é vantajosa pelos “juros” à Europa, e justa para América do Sul se estas forem nacionalizadas e obtivéssemos 100% do material produzido.

A disputa no mercado global por empresas sudacas é ilusório, pelo advento do carro movido por: eletricidade. A criação do mercado sul-americano próprio, aparelhado pelas multi-nacionais, é vulnerável pela inevitável tentativa dos mercados europeus (impossíveis de concorrer com os preços dos carros produzidos, seja por mão de obra barata ou custo menor pelos recursos naturais próprios) de introduzirem carros elétricos com a velha desculpa do aquecimento global. O regime social-democrata, que promove sindicatos e minorias, então possui um ultimato.

Se toda esta produção movida a combustível vencer na América Latina, teremos uma concorrência (pela história nos conta que sempre desleal E bélica) do carro elétrico com agentes militantes internos agindo como pelegos da indústria estrangeira -que não irá morrer se perder o monopólio dos carros, mas com certeza tentará garantí-lo por vias das manifestações “democráticas”.

O teste desta década será o recontrole da máquina pelo homem. De garantir válvulas humanas, de carne e osso, se inovando e criando novos ambientes; para deixar a comunicação via tecnologia em um nível menor do que, começou com a invenção do rádio e terminará com a internet. O estado nacional não nega que a tentativa de exportar carro multi-nacional pra América do Sul, esperando que eles criem uma “classe C sudaca”, mas terá de dar uma resposta a briga que está comprando. Entretanto o que parece é que ele entra na briga com suas velhas fraquezas, sem nenhuma inovação. E isto é o suicídio ingênuo, satisfação do idiota tapeado ou acordo de venda entre reis.

A Inglaterra já deu sua resposta aos blocos econômicos: não. A nossa resposta vem como todas as discussões reais do Brasil: embalada em um pacote para 60 anos depois do fato acontecido.

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s